O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou nesta segunda-feira (31/8) que o candidato está em situação pior no Sudeste do que Jair Bolsonaro estava em 2022 e disse que a região receberá atenção especial da campanha na reta final do primeiro turno.
A notícia é do Metrópoles. No Nordeste, Marinho reconheceu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve vencer, mas avaliou que a diferença será menor do que a registrada há quatro anos. As duas regiões concentram boa parte do eleitorado do país e têm recebido tratamento diferente na agenda de Flávio desde o início da campanha.
As declarações foram dadas durante um evento promovido pelo BTG Pactual. Mais cedo, participaram do mesmo encontro o ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Ao detalhar onde a campanha pretende concentrar esforços, Marinho colocou o Sudeste entre as principais prioridades. A região reúne cerca de 42% dos eleitores brasileiros e abriga São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três maiores colégios eleitorais do país.
“Nós estamos numa situação um pouco pior do que estávamos em relação a 2022. É uma região que nós vamos ter um cuidado todo especial, até para que a população desta região, que é uma região que tem uma condição econômica diferente, possa de fato fazer a comparação do que ocorreu nos dois governos”, afirmou.
Segundo Marinho, a campanha pretende dedicar “maior intensidade” ao Sudeste nas próximas semanas. Flávio tem concentrado boa parte de suas agendas na região desde o início da disputa, com passagens recorrentes por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.