Robinho já conseguiu reduzir em 301 dias a pena de nove anos por estupro coletivo na Itália, após atividades de trabalho, estudos e leitura durante a prisão. Entre os livros lidos estão “Tristão e Isolda”, “Capitães da Areia” e “A Invenção de Hugo Cabret”, que contribuíram para novas remições concedidas pela Justiça.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a leitura pode estimular reflexão, empatia e pensamento crítico, mas divergem sobre sua capacidade de provocar mudanças de comportamento. Para o professor Alexandre Mauro Bragion, obras que tratem da violência contra a mulher também poderiam integrar esse processo. Já a professora Josiane Maria de Sousa ressalta que a literatura não transforma o caráter de uma pessoa de forma automática.
A redução mais recente, de 72 dias, ocorreu neste mês e considerou trabalho, qualificação profissional, estudos e leitura. Em janeiro, Robinho já havia obtido abatimento de 160 dias. Segundo a Justiça, ele também teve 49 dias remidos por 464 horas de estudos e 11 cursos, além de 20 dias pela leitura de cinco livros.
Com informções do G1