Repórter da InterTV Cabugi fantasiado de maconha
O mundo está chato, falsamente careta, de uma pobreza sem tamanho. Um repórter da InterTV Cabugi resolveu se fantasiar de maconha, pronto, tudo desabou, começaram a detonar o rapaz, como se uma fantasia tivesse alguma influência em relação ao combate às drogas. Ele se fantasia do jeito que quiser, da forma que achar melhor, brinca como quer, não é problema de ninguém, não vai mudar nada. Essa atitude, de lacração, de cancelamento esquerda não pode ser comprada pela direita. Do jeito que tem mimimi para um lado, tem para o outro. Esse problema é consequência inclusive do jornalismo lixo praticado no Brasil, principalmente pelo grupo Globo que quer vitimizar tudo. Deixe o rapaz ser pé de maconha, se fantasiar de branco, preto, índio, padre, árabe, no que der na telha dele. O coitado é vítima de histerismo que começou na classe dos jornalistas, eles gritam misóginos e homofóbicos com qualquer frescura, são afetados, politicamente corretos para a babaquice sem futuro. Que no carnaval do repórter e na própria vida ele tenha liberdade de pensar (coisa difícil para jornalista), se expressar, falar o que quiser (inclusive merda), ter posição e opinião.
Essa lacração pobre que fique para a esquerda nojenta capitaneada pelo PT e imprensa.
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