Fernando Mineiro resolveu tirar onda. Em entrevista à Rádio Difusora de Mossoró, o deputado petista tratou o vice-governador Walter Alves e o presidente da Assembleia Ezequiel Ferreira como peças decorativas do tabuleiro. Disse, com aquele ar de professor que nunca deu uma aula na vida real, que se eles não quiserem assumir o governo, a solução é simples: eleição indireta e o “mister impostos” Carlos Eduardo Xavier (o Cadú) no comando, candidato para o mandato tampão.
A mensagem é clara: para o PT, Walter e Ezequiel valem nada. São coadjuvantes de luxo. Serviram para sustentar a coveira do RN, Fátima Bezerra, e agora são tratados como descartáveis.
É impressionante a desfaçatez. O PT cospe no prato e ainda cobra gratidão. Walter e Ezequiel, que já comeram o pão que o diabo amassou nessa parceria, agora assistem Mineiro zombar deles como se fossem estagiários da política.
Mais uma aula de como o PT trata seus “aliados”: humilha, despreza e ainda ri.