Apesar da crise econômica provocada pelo novo coronavírus ter levado o desemprego a níveis recordes, assim como o número de empresas que vieram a falência, a pandemia trouxe, ao menos, um saldo positivo: o recuo da inadimplência. Os níveis de devedores, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, decaíram.
Segundo especialistas, esse quadro surpreendente é resultado direto do auxílio emergencial do governo Bolsonaro, dos programas de socorro às pequenas e microempresas e também da taxa de juros no piso histórico. Isso teria permitido um forte movimento de renegociação de dívidas por parte dos bancos, conforme especialistas.
Além disso, no auge da pandemia, as instituições financeiras ajudaram o consumidor e permitiram o adiamento dos pagamentos por 60 dias.
Agora o grande desafio do ministro da economia, Paulo Guedes, é manter esse status de baixa inadimplência no próximo ano, quando a economia deverá voltar a andar com as próprias pernas.