As eleições em São Paulo, Porto Alegre e Recife devem acender a luz vermelha de preocupação com o crescimento da esquerda radical.
O caso mais absurdo é em São Paulo, o crescimento do ultra-radical baderneiro Guilherme Boulos que pode ultrapassar Bruno Covas na reta final de campanha.
Em Recife é esquerda contra a esquerda, os descendentes de Miguel Arraes brigam pelo poder. Arraes sempre representou o atraso, populismo barato, foi um governador medíocre, mesmo assim sua oligarquia de esquerda ainda domina Pernambuco.
Manuela d'Ávila em Porto Alegre concorre no segundo turno, mas vem perdendo força. Pelo menos uma boa notícia.
O pior que isso pode representar uma tendência para as eleições de 2022. Não teremos dias fáceis.