A acusação falaciosa de que Klauss Rêgo, responderia atualmente a processos por parte do Ministério Público Federal, caiu por terra e comprova o desespero da oposição que insiste em desqualificar o ex-prefeito de Extremoz.
Em documento enviado no último dia 26/10, referente a inquérito civil por parte do mesmo órgão, verifica-se a declaração de que os autos instaurados acerca “de obras paralisadas” – no caso a construção de unidades básicas de saúde Tipo 1 naquele município e inacabadas com recursos do Ministério da Saúde/PAC 2 2º Ciclo (tomada de preços) – foram arquivados.
Outra ação, dessa vez de “improbidade administrativa” movida pelo prefeito atual do município, Joaz Oliveira, afastado do cargo no último dia 30/11 por suspeita de liderar esquema de corrupção, também foi arquivada, conforme documento assinado eletronicamente pelo Procurador da República Kleber Martins de Araújo.
Lê-se na justificativa da decisão, que “não houve desvio desvio dos recursos repassados ao Município de Extremoz/RN pelo FNS/MN, senão um equívoco deste último, quando parte do depósito inicial dos mesmos, ingressados nas contas de custeio da saúde pública municipal, em vez de na conta única aberta para a movimentação dos recursos do convênio.”
Aduz o procurador, que também não pode ser atribuída a Klauss Rêgo “culpa ou dolo pela não execução integral das seis UBS previstas no PAC 2”.
“Com muita luta, sempre em busca de mostrar os fatos, confiando na justiça dos homens e de Deus, recebi a informação com muita alegria. E esta é mais uma prova concreta de que sempre andei com a verdade”, comemora Klauss.