O Brasil virou um país chato e ditador das pautas politicamente corretas. Tem assunto que faz medo até falar. Essa semana saiu uma sentença no TJ condenando um supermercado porque proibiu um travesti de usar o banheiro feminino.
Toda a imprensa reproduziu o release na íntegra. Conversei com muito gente a respeito do caso, todos condenaram a decisão, ninguém teve coragem de abordar o assunto.
Em uma semana que a moda é colocar a filha como exemplo (caso Constantino), é sempre bom perguntar, você ficaria a vontade de sua filha dividir um banheiro com um travesti?
Aí não é questão de identidade, o travesti tem todo o direito de se sentir mulher, ter sua identidade. A questão, e as mulheres tem obrigação de dividirem o banheiro com eles (elas)?
Outro fator importante, mesmo que seja uma minoria, uma mulher conservadora (elas também tem direito) é obrigada a ter esse tipo de divisão de banheiro? Não existe o direito de ter uma identidade dita arcaica?
O direito deve servir para todos os lados, do travesti e também da senhorinha de 75 anos que não quer dividir o banheiro com ele (ela).
Quem vai calar desse assunto? Ninguém, é proibido e o perigo de cancelamento é enorme.
O Blog tem a solução para resolver definitivamente o problema, é só criar dois tipos de banheiro, o banheiro pênis e o banheiro vagina. Sem essa besteira de ser homem, mulher ou outro gênero. Quem tiver pênis vai para um banheiro e quem tiver vagina vai para o outro.