Mas o assunto é Walter Alves, presidente do MDB, filho de Garibaldi, deputado federal. Diferente do pai, Walter não exerce o protagonismo, não concede entrevistas, não opina, não aparece. A gente não sabe se Walter é a favor de Fátima, se é contra. O que pensa do estado, seus planos, uma posição a respeito da pandemia. Ele é uma incógnita.
Walter é o herdeiro dos Alves, o pai está com idade avançada, talvez ainda tente uma vaga na Assembleia Legislativa. O primo Henrique é desafeto e está completamente queimado. Hoje, Walter representa o clã tão importante para a política do RN, mas demonstra não ter saco para o cotidiano do jogo.
Sem a força do pai, se Walter não aparecer, será engolido. Em 2018 já foi uma decepção de votos.