A coisa parece que não anda tão unida pelos lados do Sinsenat.
O blog recebeu a informação que dois coordenadores travaram as contas do Sindicato impedindo que o coordenador geral fazer o pagamento dos funcionários e dos fornecedores além da abertura da área de lazer para os funcionários e familiares.
Para se ter ideia disso, os coordenadores resolvem entre si o que deve e não deve pagar. Exemplo disso é o pagamento mensal de uma taxa que é repassada para a CUT, o pagamento de uma Assessoria de Comunicação que seria inexistente e o financiamento de uma Assessoria Jurídica que, segundo relatos, presta serviços apenas para o grupo dos coordenadores.
Detalhe que existe um setor jurídico formalizado legalmente por contrato firmado pelo coordenador geral.
Chama atenção que já circula nas redes sociais respeito a venda de um ônibus, no valor aproximado de R$ 200 mil, cujo dinheiro não se encontra nos cofres da entidade sindical e nem teve a devida prestação de contas nem pela tesouraria nem pelo financeiro.
Deixa o muído acontecer e quero só ver o resultado. Que briguem mais. Essa cambada se merece.