O tenente da Defesa Civil de São Paulo Ramatuel Silvino disse, na manhã deste sábado (10/8), que o trabalho do Corpo de Bombeiros está “cada vez mais difícil” no local dos destroços de um avião da VoePass que caiu nessa sexta-feira (9/8) em Vinhedo, no interior de São Paulo, matando todas as 62 pessoas a bordo.
De acordo com a autoridade, os 12 primeiros corpos que chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) estavam em locais mais acessíveis e não estavam carbonizados, o que facilita a identificação.
Além desses, outros 10 corpos já haviam sido retirados no início da manhã deste sábado e serão encaminhados ao IML Central de São Paulo.
Os próximos resgates, segundo Silvino, são de corpos em locais de mais difícil acesso entre os destroços. À medida que equipes avançam para partes mais traseiras da aeronave, encontram mais vítimas presas nas ferragens.
Familiares das vítimas estão sendo encaminhados para o Instituto Oscar Freire, no Pacaembu, zona oeste da capital. Foram reservados dois hotéis em São Paulo para recebê-los, um para parentes de passageiros, outro para familiares de tripulantes. A maior parte das vítimas era de Casacavel, no Paraná, de onde partiu a aeronave que voava em direção ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Metrópoles