Imagine uma beira-mar em que se circule, diariamente, um volume médio de R$ 4 milhões por dia.
Essa é a realidade da beira-mar em Fortaleza. O gasto médio por turista na visita à Beira-Mar é de R$ 167,31, enquanto o do morador é de R$ 53,46. Os dados são da pesquisa Usuários da Beira-Mar, realizada pela Secretaria Municipal do Turismo (Setfor), por meio do Observatório do Turismo de Fortaleza, entre os dias 15 de dezembro de 2023 e 28 de janeiro de 2024.
A maioria dos entrevistados (64,3%) respondeu que vai à Beira-Mar a passeio ou lazer. A maioria afirmou também que frequenta o espaço pela manhã: no caso dos turistas, 41% deles vai nesse período, enquanto 39,6% costumam ir à noite.
Entre os moradores, 47,2% responderam que frequentam a Beira-Mar pela manhã; 31,6% à noite; e 21,2% preferem ir à tarde. Para 98,8% dos entrevistados, a Beira-Mar atendeu às suas expectativas, com destaque para o item segurança e tranquilidade (21,5%), seguido por diversidade de lazer (15,7%) e por considerá-la um lugar agradável (11,6%).
Entre os usuários entrevistados, 97,3% responderam que indicariam a Beira-Mar para outras pessoas; 97,9% deram nota entre 8 e 10 para a experiência na Beira-Mar; e 96% deram nota entre 8 e 10 para a felicidade vivida na experiência que tiveram na Beira-Mar.
O levantamento teve como amostra 50 tipos de negócio, sendo 67,3% formais e 32,7%, informais. A maioria deles eram quiosques (51%), seguidos de barracas (22,4%) e trailers (10,4%).
Entre os negócios participantes do levantamento, 65,3% tinham empregados, sendo que a maioria (79,5%) tinha um ou dois empregados; 15,9% tinham entre três e quatro; 2,3% contavam com 17 empregados e outros 2,3%, com 13 empregados.
Na opinião de 95,9% dos entrevistados, a nova Beira-Mar contribuiu para a sua atividade de negócio. A maioria deles (24,8%) respondeu que a requalificação atraiu mais turistas e para 14,3% ela ficou mais bonita.
Quero só saber se a turma do contra, do atraso, que tenta a todo custo não contribuir para a obra da engorda tem a dizer. Também são contra o desenvolvimento e a geração de emprego e renda?
Com informações d'O Estado