Um quarto do Brasil já não vive sob a Constituição. Vive sob a lei da bala. São de 50 a 61 milhões de pessoas dominadas por facções criminosas, segundo estudo publicado pela Cambridge University Press com base nos dados do Latinobarômetro. É o maior índice da América Latina. Um vexame mundial.
Esse retrato é o atestado de óbito da segurança pública petista. Nos últimos 22 anos, o PT esteve no comando do Brasil por 16. O que entregou? O fortalecimento do tráfico, a multiplicação das milícias e um Estado que abandonou comunidades inteiras.
Hoje, bandidos mandam mais que prefeitos. Impõem toque de recolher, proíbem câmeras, taxam comerciantes, punem moradores. É feudalismo criminoso. O Estado se ajoelhou, e Lula finge que não vê.

Prometeram combater a desigualdade. Entregaram desigualdade com sangue. Prometeram Estado forte. Entregaram Estado covarde, cúmplice do crime.
O resultado está no mapa: enquanto países como Chile, Uruguai e Argentina registram apenas 6% da população sob jugo criminal, o Brasil ostenta vergonhosos 26%. É a prova de que a política de segurança do PT não só falhou: ela jogou o país nos braços das facções.
O legado petista é esse: silêncio, medo e cadáveres