O parecer, assinado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e outros três integrantes do órgão, destaca que os documentos foram enviados ao STF por determinação do ministro Alexandre de Moraes, mas não deram origem a diligências investigatórias. A PGR também ressaltou que os próprios relatórios alertam para a ausência de valor probatório e que os elementos apresentados não demonstram, neste momento, conduta enquadrável na Lei de Abuso de Autoridade.
A Procuradoria afirmou, porém, que a abertura de uma investigação contra Mendonça depende de decisão do plenário do STF. O órgão também observou que eventuais crimes de responsabilidade são de competência do Senado e que ações por improbidade administrativa seguem outra via, fora da exigência de autorização prévia do Supremo.
O ANTAGONISTA