Segundo os documentos obtidos pela revista Oeste, a PGR apontou fragilidade nas provas de intenção de fraudar a execução, ausência de elementos que sustentassem a suspeita de lavagem de dinheiro e falta de comprovação de vínculos ilícitos relacionados aos veículos apreendidos. A investigação incluiu quebras de sigilo, buscas, depoimentos e análises bancárias, fiscais e patrimoniais.
Com o arquivamento, a defesa pediu a devolução de R$ 257 mil, com correção monetária e rendimentos, além da retirada das restrições judiciais sobre três veículos. O pedido ainda depende de decisão. De acordo com os advogados, Moraes não definiu o destino do dinheiro e dos automóveis, que permanecem apreendidos. O arquivamento não impede a retomada das investigações caso surjam novas provas.
Com informações da Revista Oeste