Com a iniciativa, Alcolumbre busca atrair o apoio do PL e enfraquecer candidaturas adversárias, como as dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Tereza Cristina (PP-MS). O acordo também poderia reduzir a pressão da oposição por processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente Alexandre de Moraes, de quem Alcolumbre é aliado. A proposta, porém, enfrenta resistência dentro da própria direita.
O PL pretende oficializar Rogério Marinho como candidato à presidência do Senado em reunião marcada para 4 de novembro. A legenda terá 29 senadores na próxima legislatura e negocia ampliar a bancada. Alcolumbre afirma contar com 48 votos, mas precisa de pelo menos 41 para ser reeleito. A votação será secreta e está marcada para fevereiro de 2027.