O pedido foi apresentado pelo filho do ex-presidente, Tancredo Augusto Tolentino Neves, que pretende utilizar o material em uma nova edição do livro O Paciente: O Caso Tancredo Neves. O Conselho Federal de Medicina e o Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal haviam negado o acesso, alegando que o sigilo médico impedia a divulgação dos documentos.
O TRF1 entendeu que o sigilo profissional não impede o acesso de familiares em situações excepcionais e considerou o interesse público e a preservação da memória histórica do país. A família busca esclarecer suspeitas de falhas no atendimento, incluindo questionamentos sobre a cirurgia de emergência e os procedimentos adotados durante a recuperação.