No dia 26 de fevereiro, o blog já havia alertado com a publicação ""Risco de colapso: Estado do RN quer contratar empresa sem experiência para gerir o SAMU (leia aqui).
Agora, quem traz uma nova denúncia é o jornalista Dinarte Assunção.
Em publicação no seu blog, ele revela a respeito sobre "a empresa que não conseguiu manter um contrato de limpeza com o MPF mas foi homologada para gerir o SAMU de R$ 17 milhões no RN".
Um dos trechos fala que "Em 14 de outubro de 2025, o site oficial do Ministério Público Federal publicou um aviso. A Procuradoria da República em Goiás comunicava a “possível rescisão unilateral” do Termo de Contrato 14/2025, firmado com a Proseg Consultoria e Serviços Especializados Ltda, CNPJ 11.505.498/0001-60. O motivo: “descumprimento de obrigações contratuais”. O serviço que a empresa não havia conseguido manter era a limpeza e conservação da sede do MPF em Goiânia — incluindo a fachada de vidro e dois espelhos d’água".
Além disso, segundo a matéria, "o contrato recém-homologado no Rio Grande do Norte prevê 1.169 plantões por mês. Ao preço unitário da proposta vencedora da Proseg, isso representa uma receita mensal de aproximadamente R$ 1,4 milhão".
Já está mais que na hora do Ministério Público e o Tribuna de Contas olharem com mais atenção para este contrato.