Em relação a filmes sobre presidentes, Vorcaro não tinha restrições ideológicas.
Segundo a coluna a de Lauro Jardim, no O Globo, pessoas ligadas a Vorcaro relatam que ele injetou recursos em duas hagiografias de presidentes brasileiros:
- 963 dias — A história de um presidente que recolocou o Brasil nos trilhos", sobre a gestão de Michel Temer, dirigido por Bruno Barreto e que estreia no mês que vem. (Procurado, Elsinho Mouco, ex-assessor de Temer e produtor do documentário, nega que tenha pedido dinheiro a Vorcaro).
- Lula, um documentário dirigido em 2024 por Oliver Stone.
Não se sabe ainda em que condições esses recursos foram dados.
A propósito, Temer em 2025 prestou serviços a Vorcaro. Atuou prestando serviços de mediação para tentar viabilizar uma transação entre o Master e o BRB. Recebeu R$ 10 milhões pelo serviço.
A Secom afirmou que não houve qualquer pedido, nem do presidente Lula e nem do governo, para o financiamento do documentário "Lula", de Oliver Stone.