O Tribunal Superior Eleitoral resolveu inovar e apresentou ao país o novo mascote das eleições de 2026. O nome já diz muito: Pilili.
O personagem, inspirado na urna eletrônica, foi lançado em um evento para celebrar os 30 anos do sistema. Tem som ao apertar o “confirma” e discurso dizendo que é para incentivar a participação popular.
Mas o que realmente chamou atenção foi outro ponto.
O mascote não tem gênero definido. Segundo o TSE, a ideia é representar “neutralidade sem estereótipos” e atuar como “defensor da democracia”.
Enquanto isso, Cármen Lúcia reforça que a urna eletrônica acabou com fraudes e garante total confiança no sistema.
Só que a pergunta é inevitável, com tanta desconfiança, debate e questionamento sobre o processo eleitoral, a prioridade virou lançar mascote sem gênero definido?
O Brasil enfrentando problemas reais… e o TSE apresentando um boneco chamado “Pilili”. É esse o nível.