A polícia efetuou a prisão do terceiro suspeito de envolvimento no atentado contra o Cabo Deyvison, ocorrido em Mossoró. O crime, que chocou o Rio Grande do Norte, resultou na morte do cinegrafista e assessor do policial reformado. As vítimas realizavam uma gravação em frente a uma Unidade Básica de Saúde quando foram alvo da ação criminosa.
O ataque reacendeu debates sobre a segurança pública no estado e a motivação do crime. O episódio é apontado como um atentado de natureza política, motivado pela atuação pública do policial militar reformado. O cabo utilizava canais de comunicação para expor e combater as pichações e ações das facções criminosas na região.
A motivação política do crime está associada ao enfrentamento ideológico e midiático promovido pela vítima contra o crime organizado. Especialistas comparam as táticas adotadas pelas facções locais a atos terroristas, que visam silenciar opositores. As investigações policiais prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos na ação que vitimou a equipe técnica.