O acordo de delação do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa tem chances limitadas na Procuradoria-Geral da República e na Polícia Federal.
Fontes com acesso a esses órgãos confirmaram que, até o momento, não há provas robustas ou elementos suficientes para um acordo que acrescente fatos novos.
O ex-presidente do banco, acusado de negociar com Daniel Vorcaro, controlador do Banco, propina de R$146 milhões em imóveis de luxo e São Paulo.
Preso há três meses, Costa é acusado de ter recebido propina para facilitar o acordo de compra de ativos do Master pelo banco público BRB.
O ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, autorizou a PGR e PF a negociarem acordos de delação.
DIÁRIO DO PODER