Durante a visita do presidente Lula ao Rio Grande do Norte, um dos momentos destacados envolveu o político Rafael Motta, que teria sido inicialmente barrado de subir ao palanque oficial do evento.
Irritado com a situação, o próprio presidente interveio diretamente lá de trás para chamá-lo ao palco, identificando-o como o candidato ao Senado daquela chapa, embora não lembrasse seu nome de imediato. A restrição ao acesso teria partido de articulações locais envolvendo lideranças políticas do estado.
Além desse episódio, foram apontados outros pontos críticos da agenda presidencial em solo potiguar, como a entrega simbólica de uma obra de canal de transposição que ainda se encontrava sem água no momento da cerimônia de inauguração.
O evento contou também com a entrega de uma representação em papelão de ônibus escolares destinados ao estado. Por fim, houve o relato de um desentendimento envolvendo a segurança oficial e uma deputada estadual presente na comitiva.