A campanha de Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que derrubou determinação de André Mendonça e autorizou novamente a circulação de publicações relacionadas à falsa informação de que o candidato pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Para a equipe jurídica de Flávio, a decisão representa uma interferência do STF em atribuições da Justiça Eleitoral.
Em nota, a campanha questionou o fato de a decisão original de Mendonça ter sido tomada em um processo distribuído por sorteio no TSE. A equipe jurídica afirmou que a nova decisão partiu de uma autoridade que, na avaliação da campanha, não teria competência para analisar o caso e que o pedido apresentado a Dino não passou por livre distribuição.
A campanha classificou a informação sobre Flávio como uma “mentira grosseira e de alto potencial viral” às vésperas da eleição. Dino determinou o restabelecimento das publicações retiradas por ordem de Mendonça. A origem da narrativa está em um projeto apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli, arquivado em 2008, que não tinha autoria de Flávio Bolsonaro.
Com informações do O Antagonista