O presidente do STF, Edson Fachin, adiou para a segunda quinzena de setembro a análise dos casos que envolvem os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Na prática, uma das decisões só deve chegar ao plenário a partir de 22 de setembro, a 12 dias do primeiro turno das eleições.
São dois casos. No primeiro, Mendonça retirou o sigilo das investigações sobre o Banco Master e tornou públicas mensagens enviadas por Daniel Vorcaro a Moraes. Fachin deu prazo até 11 de setembro para que Mendonça, Moraes, Paulo Gonet e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, se manifestem. Com isso, a análise fica para depois de 14 de setembro.
No segundo, Moraes pediu a investigação de Mendonça dentro do inquérito das Fake News. Fachin retirou o caso desse inquérito e determinou que Gonet e, depois, Mendonça se manifestem. A previsão é que esse processo só chegue ao plenário depois de 22 de setembro. Apesar de afirmar que o STF dará uma resposta “firme” à crise, Fachin ainda não definiu se os dois casos serão analisados separadamente ou em conjunto.
Com informações do Poder 360