Minha vida de noveleiro
Nesta pandemia, resolvi a noite fazer um programa diferente, nada de Netflix, assistir jornal, já passo horas por dia lendo, resolvi assistir novela, Fina Estampa. Não me acostumei com as lives.
Começo sempre tomando susto quando o povo se abraça, penso no coronavírus, mas a novela foi gravada em 2011. Um restaurante acaba de ser fechado na novela, o Le Velmont. Não foi crise de vírus o motivo, foi porque Cristiane Torloni - gatíssima cinquentona na época- pegou o marido, um pombão cozinheiro “chef” com Lilian Cabral, que já era uma baranga.
Tem um rapaz que é uma especie de mordomo de Torloni, ele é afetado, caricato e muito humilhado, talvez se a novela fosse hoje, teríamos uma revolução, grupos GLBTs iriam ficar escandalizados, nada demais. O Crô é ótimo.
O machão José Mayer está na novela, hoje depois de um escândalo de assédio foi riscado e cancelado do mundo artístico. Ator mediano, que a mulherada gostava, já foi para cama com Torloni na novela, valeu pegador!
Tem um núcleo de atores bizarros, o dono da loja de motos, o filho de Torloni e o estudante de medicina que é filho da bigoduda. Acho que são os três piores atores da novela.
Ponto alto é Carolina Dieckmann em sua melhor forma. É a típica mulher chata, mas pode, é linda, toda chatice é permitida.
Eva Wilma na pele de uma velhinha trambiqueira, ótima, perfeita. O resto é muito besteirol, sem compromisso com a realidade, tem até escracho. Sinceramente, estou gostando.
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