300 médicos: Carta à população Abaixo-Assinado de Médicos do RN
Aos primeiros sintomas da COVID19, procure um serviço de saúde, não fique em casa esperando a falta de ar! Essa doença tem alternativas terapêuticas e elas devem ser iniciadas o mais precocemente possível!
Frente à pandemia da COVID19 e em respeito à vida dos nossos pacientes, nós médicos abaixo relacionados informamos à população do RN que apoiamos os protocolos de tratamento precoce e prevenção da COVID19 do Ministério da Saúde, do CREMERN e da PMN.
Defendemos o tratamento precoce baseado na compreensão dos fenômenos fisiopatológicos que ocorrem na doença e em vários trabalhos científicos que demonstraram melhores resultados em pacientes que usaram medicamentos nas fases iniciais da COVID- 19.
Somos médicos de diversas especialidades que trabalham em unidades básicas, ambulatórios, consultórios, enfermarias, UTIs e unidades de emergências.
Estamos convictos da necessidade de tratamento nas fases iniciais da COVID19, considerando a gravidade e a incerteza da evolução dessa doença e do seu forte impacto nos sistemas de saúde do mundo inteiro.
Milhares de médicos têm observado que tratar a COVID19 logo no início pode evitar a necessidade de internação, de intubação e ventilação mecânica e, consequentemente, diminuir o risco de morte. Estas observações têm se repetido em países europeus, em vários estados do Brasil e aqui entre nós. O tratamento precoce pode salvar vidas, emprega
medicamentos antigos e seguros, é simples e acessível a todos!
Reconhecemos a importância da medicina baseada em evidências, mas diante de uma
doença aguda, pandêmica e devastadora como a COVID19, não podemos esperar os resultados de estudos científicos robustos, pois eles são demorados e complexos de realizar. Vivemos um momento inédito na medicina moderna, que exige de nós prudência e atitudes assertivas! Portanto, nossa proposta baseia-se em estudos clínicos observacionais,
no conhecimento fisiopatológico da COVID19, na farmacologia e nos estudos in vitro dos medicamentos propostos, no bom senso e nos princípios da benevolência e da não maleficência, que devem guiar sempre a boa prática médica! Lembramos que a precrição é um ato médico e, portanto, desestimulamos fortemente a auto-medicação.
300 médicos assinam a carta.
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