Relação do MP: Um governo fraco, envolvido com desvio e “amigo”
O Ministério Público, Estadual e Federal, já percebeu que o governo Fátima Bezerra é fraco, tem o caso do desvio dos R$ 5 milhões para a compra de respiradores sem licitação, contrato e objeto, com uma empresa que vende produtos a base de maconha pela internet. Isso fez o MP crescer, ter poder demais, achar que pode submeter o executivo a seus caprichos.
Para piorar, tem o alinhamento ideológico e político de alguns membros. As vezes as instituições são confundidas, o governo usa o MP e a própria justiça como “avalista” de suas traquinagens, como é o caso da contratação da OS Avante de Minas Gerais, com direito a antecipação de R$ 1.750.000,00 com tudo “carimbado” em audiência.
Existe a separação de poderes, que são três: executivo, legislativo e judiciário. Nem poder o MP é, tem uma posição lateral, quer dizer, abaixo dos poderes.
O diálogo muito alinhado do executivo com o MP (federal e estadual) tem confundido o limite institucional, com certa “mistura”.
Que a governadora Fátima, mesmo tão implicada, proteja o povo potiguar oportunizando condições de trabalho na pandemia. A economia tem que funcionar.
Em relação ao Ministério Público do Trabalho, prefiro nem comentar pela desimportância da instituição.
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