Ontem teve uma movimentação da direita lá na UFRN. Aí, o que é que aconteceu? O pessoal da esquerda, olha esse rapaz, ó: ele vem e dá uma facada no pichuleco, um atentado ao pichuleco, esse rapaz é de esquerda, camisa vermelha, vem aqui e dá um atentado ao pichuleco, ou seja, agride e vai para a agressão com a faca um sujeito que a gente vê que é perigoso.
Aí, essa confusão acabou aqui. Essa turma aqui é do lado esquerdo, tá? O Henrique Neiva, que hoje é militante de extrema esquerda, e aqui é o pessoal da direita.
Aí olha o Henrique Neiva, o que é que ele faz? Ele vem, ó, e ele ultrapassa o alambrado para agredir o pessoal da direita. Aí ele vem, ultrapassa e, anote, começa a confusão.
E ele apanha, apanha e apanha muito, por quê? Porque ele foi sozinho, agrediu o pessoal e o pessoal aí, no ato de defesa, acabou batendo nele.
Henrique, eh, ele já foi também de extrema direita. Ele, em 2018, ele coordenou um movimento lá dentro da UFRN, eles entraram na UFRN para fazer o enterro simbólico do PT.
E aí também acabou em confusão, ou seja, Henrique, às vezes ele tá na extrema esquerda, como agora, mas já foi de extrema direita.
E o lamentável de disso tudo é que ele tem que ser centrado. É um rapaz bom, inteligente, preparado, mas você vê quando a pessoa vai fazer, é, o negócio desse, parte para agressão.
Tem que se controlar, tem que ter a vontade política dele, ter os ideais políticos dele, mas tem que respeitar o outro.
Por que eu falo desse respeito? Porque todo dia tem movimentação na UFRN, todo dia do PT.
Aí, uma vez, que a direita resolve fazer, o cara faz isso, vai, vai, vai ter toda essa confusão.
É muito lamentável tudo isso.