Além do PT, Motta pretende conversar com representantes do PCdoB, PV, PSOL, PL e Novo para ampliar o apoio à proposta. O projeto, porém, enfrenta resistência dentro do PT. O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que o partido defende o voto proporcional e é contrário ao sistema distrital misto, por considerar que o modelo pode reduzir a diversidade de representação no Congresso. Já o relator da reforma política na Câmara, Domingos Neto (PSD-CE), defende a mudança e afirma que a proposta dará aos partidos oito anos para se preparar.
Pelo sistema distrital misto, cada eleitor teria dois votos: um para escolher um candidato de seu distrito e outro para um partido. As vagas seriam distribuídas com base na votação das legendas, considerando os candidatos eleitos diretamente nos distritos e as listas partidárias. A proposta também prevê uma regra de transição, ainda em discussão entre os parlamentares.
Com informações do O Antagonista