A revista aponta o crescimento da dívida pública, o déficit orçamentário e o custo de novas promessas sociais como fatores de preocupação. Também critica o histórico de expansão dos gastos e afirma que o país enfrenta crescimento econômico limitado, apesar da riqueza em recursos naturais. O texto defende mudanças na política fiscal, controle das despesas e a escolha de um ministro da Fazenda com credibilidade no mercado.
A publicação também alerta para a concentração de poder no novo governo, especialmente diante das futuras indicações de Lula para o Supremo Tribunal Federal. Na avaliação da The Economist, se o presidente ampliar os gastos e mantiver a atual condução econômica, o país poderá enfrentar uma crise fiscal e uma recessão.