Romeu Zema foi à Câmara dos Deputados nesta semana e não teve papas na língua.
Chamou o STF de o “pior Supremo da história” e usou uma imagem que ficou na cabeça de quem ouviu: “O Supremo era o bombeiro do Brasil. Agora é o incendiário.
Chega jogando gasolina.” Não é retórica vazia. É diagnóstico preciso de quem olha de fora para uma Corte com ministros envolvidos em contratos milionários com banqueiro preso, decisões monocráticas sem controle e ameaças públicas a senadores que ousam fazer perguntas.
Zema falou o que a maioria dos brasileiros pensa mas tem medo de dizer. E isso, numa democracia de verdade, se chama liberdade de expressão.