O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, propôs em negociações de delação premiada manter ativos do banco, como precatórios, enquanto os passivos (dívidas, prejuízos e obrigações) ficariam sob responsabilidade do Banco Central, segundo a coluna de Lauro Jardim, em O Globo. A proposta foi rejeitada pela Polícia Federal.
A defesa de Vorcaro também mantém conversas com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O ex-dono do Master estaria disposto a devolver R$ 60 bilhões de reais aos cofres públicos em um eventual acordo de delação premiada com o órgão.
Apesar do movimento, integrantes da PGR sinalizaram à defesa do banqueiro que apenas elevar o valor oferecido não basta. A avaliação da equipe do procurador-geral Paulo Gonet é que Vorcaro precisará reformular o roteiro da colaboração e apresentar novas informações para avançar nas negociações.