O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que a coordenação da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) trabalha com pelo menos três mulheres como favoritas para compor a chapa na eleição presidencial. A notícia é do R7.
Marinho também descartou a possibilidade de uma chapa “puro-sangue”, formada exclusivamente por integrantes do Partido Liberal. Segundo ele, a estratégia é escolher uma candidata que amplie a representatividade política da campanha e fortaleça a aliança com outros partidos do campo conservador.
Ao JR Entrevista, Marinho citou como principais nomes a senadora Tereza Cristina (PP-MS), a deputada federal Simone Marquetto (PP-SP) e a vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL-CE).
De acordo com o senador, a escolha da vice deve levar em consideração não apenas a trajetória política, mas também a capacidade de dialogar com diferentes segmentos da sociedade.
“O Flávio é uma pessoa jovem, é uma pessoa antenada com a tecnologia, com a modernidade. [.] Então, é importante que a gente traga alguém que permita essa complementação. Nós acreditamos que é importante que seja uma mulher, e uma mulher que tenha essa representatividade junto à sociedade”, destacou Marinho.
Entre as três favoritas, Marinho destacou a senadora Tereza Cristina como um dos principais nomes. Ex-ministra da Agricultura, ela foi elogiada pelo trabalho à frente da liderança do PP no Senado e pela interlocução com o agronegócio.
Segundo o parlamentar, o setor representa uma das principais forças da economia brasileira e teria papel estratégico em uma eventual campanha presidencial.
“É com quem eu convivo no Senado da República e que, sem dúvida nenhuma, tem uma representatividade muito grande. Tem muita serenidade, muito espírito público, tem feito um extraordinário trabalho como líder do Partido Progressista no Senado, além de representar um setor dinâmico importante da nossa economia, que é o agro.”
A definição oficial do nome que ocupará a vaga de vice-presidente deverá ocorrer durante a convenção partidária marcada para o fim de julho, quando também deverão ser formalizadas as alianças para a disputa presidencial.