Caso de polícia: A demora em uma operação favorece Consórcio do Nordeste
A demora de uma operação da Polícia Federal contra os governadores do Nordeste e seus secretários de saúde, com relação aos R$ 48 milhões pagos por respiradores inexistentes, acaba favorecendo a destruição de provas. A competência é do STJ, pela prerrogativa de foro, que já tem o exemplo do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, em caso semelhante.
Além de não entregues, os respiradores custaram R$ 166 mil, três vezes o preço de mercado R$ 52 mil. O Consórcio do Nordeste já nasceu com cheiro ruim, uma organização estranha, com intuito de fazer frente ao presidente Jair Bolsonaro.
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