A realidade de quem vive de eventos, hoje estou em Muriu na casa de uma prima, contratamos um sushiman e uma dupla para tocar. Somos nove casais. O tocador, quando começou, disse que a última vez que tinha trabalhado foi na terça-feira de carnaval, em Pirangi. Ele passou esse tempo todo sem fazer uma festa, sem eventos. É uma profissão sofrida, contratamos por R$ 400,00 com o deslocamento para a praia, não é fácil.
Aos canalhas do "fique em casa", aos hipocritas do "tudo fechado", aos patifes "do quanto pior, melhor", os burocratas parasitas do "home-office" pago com o dinheiro público, falta a sensibilidade de saber que a vida real é diferente.