O presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), diz querer avançar com uma reforma eleitoral – este ano – para reagir ao crescimento do PL, principal opositor a Lula (PT) e o maior partido do País. Diz querer “enfrentar o tema” do voto distrital misto, após encontro com membros do União Brasil, PP, PSD e Podemos.
O problema é que nessa reunião não participou o PL, o maior da Casa, nem o PT, o segundo maior, nem emissários do seu próprio partido, o Republicanos, sexta maior bancada. As informações são da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Apesar de presidir da Câmara, Hugo Motta não fala em nome do Republicanos, presidido pelo deputado Marcos Pereira (SP).
A conta de Motta leva em consideração suposto apoio da federação União/Progressistas (PP), que nunca votou em bloco desde a criação.
PL, PT (federado a PCdoB e PV), Republicanos e MDB, outro ausente, têm 262 deputados no momento. O Novo tem mais cinco representantes.
DIÁRIO DO PODER