A gestão da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SEAP) mudou e parece que tudo está diferente. Saiu Helton Edi e chegou o Coronel Aribaldo e hoje (24) já foi possível evitar uma fuga do presídio Rogério Coutinho Madruga, dentro do complexo de Alcaçuz.
Outra mudança: a própria SEAP tratou do ocorrida e não tentou esconder o fato. Segue o texto:
NOTA À IMPRENSA
A Polícia Penal do Rio Grande do Norte, em uma ação preventiva e de pronta resposta, evitou uma tentativa de fuga na Penitenciária Estadual Rogério Coutinho Madruga, em Nísia Floresta, na manhã desta quinta-feira (24).
A movimentação foi identificada pela equipe de plantão, que constatou que internos estavam serrando uma grade da unidade. A intervenção foi realizada imediatamente, com apoio dos grupos operacionais da Polícia Penal, impedindo o avanço da ação e garantindo a segurança e a normalidade no estabelecimento prisional.
A unidade conta com diferentes camadas de segurança, incluindo sistemas de monitoramento, barreiras físicas, vigilância aproximada e muralha. Para que a tentativa pudesse avançar, seria necessário superar essas diferentes barreiras de segurança, o que foi impedido com os presos ainda na cela, pela atuação rápida e integrada dos policiais penais.
A ocorrência demonstra a efetividade do trabalho preventivo desenvolvido pela Polícia Penal, que reúne monitoramento permanente das rotinas, compartilhamento de informações, ações de inteligência e orientação contínua das equipes que atuam nas unidades prisionais.
As ações de prevenção são reforçadas por revistas estruturais e minuciosas, realizadas de forma planejada, além da análise contínua de informações e da identificação antecipada de possíveis vulnerabilidades.
Ao todo, 14 internos responderão a procedimento de sindicância pela tentativa de fuga e por danos ao patrimônio público.
A Secretaria da Administração Penitenciária destaca o profissionalismo, a atenção e a pronta resposta dos policiais penais envolvidos na ocorrência, ressaltando que o trabalho preventivo e integrado é fundamental para garantir a segurança das unidades prisionais, dos servidores, das pessoas privadas de liberdade e da sociedade.