A mesma decisão da 2ª Vara Criminal de Natal que revogou a prisão preventiva de Wendel Fagner Cortez de Almeida manteve a prisão preventiva de João Maria da Costa Peixoto, outro réu no mesmo processo.
Segundo o documento, a decisão cita que João Maria responde a outro processo na Justiça Federal, decorrente de um episódio ocorrido em setembro de 2024, e que possui condenações anteriores registradas nos autos. O juiz fundamentou a manutenção da custódia nos artigos 312 e 316, parágrafo único, do Código de Processo Penal.
A decisão não altera a situação processual dos demais réus, Francisco Rogério da Cruz e Roldão Ricardo dos Santos Neto, que não tiveram pedidos de revisão de prisão preventiva analisados neste despacho.